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Dengue

Começando pela região do Ferraria, Campo Largo está ampliando o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Virus.

Dengue

18/01/2016

Por Luis Augusto Cabral

Começando pela região do Ferraria, Campo Largo está ampliando o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Virus. Equipes das secretarias municipais de Saúde e do Meio Ambiente, juntamente com as vereadoras da região, iniciaram, nesta quinta-feira (14), pelo Santa Ângela, o trabalho de campo, O Dia de Ação para alertar a população sobre como proceder para evitar a proliferação do mosquito.

Uma barraca foi montada na Estrada Mato Grosso, Ferraria, para distribuição de folderes e contato direto com a população, para divulgar a necessidade de limpeza semanal dos quintais e terrenos, com o objetivo de impedir que o mosquito complete o seu ciclo. Esse trabalho deve continuar nesta sexta-feira, naquela região. Todos os meses, próximo do dia 10, a barraca será montada em um bairro diferente da cidade.

Corpo-a-corpo
As vereadoras Fernanda do Nelsão e Sueli Guarnieri foram a campo com o pessoal da Prefeitura Municipal e assessores, fortalecendo as equipes que visitaram casa por casa, no Santa Ângela, durante todo o dia, nesta quinta-feira. Francieli dos Santos Leite Couto, coordenadora de Vigilância em Saúde do Município, coordenava os trabalhos na barraca instalada nas proximidades do Colégio Dona Edith. Ela adiantou que o bairro Santa Ângela foi escolhido por ser um dos mais vulneráveis da região para a proliferação do mosquito. “Foi uma sugestão dos próprios agentes que o trabalho fosse iniciado nessa região”, explicou ela.

Junto com as equipes, uma funcionária da Secretaria Municipal de Saúde, fantasiada de Mosquita da Dengue, chamava a atenção das crianças e adultos, despertando para a importância de se evitar a ação desses insetos. Em geral os moradores abordados se mostraram informados sobre o combate ao mosquito e muitos receberam elogios das equipes, pela limpeza do quintal e os cuidados que já estão sendo tomados para não se deixar objetos que possam acumular água, onde os mosquitos possam se reproduzir.  

Quanto à preocupação com a principal porta de entrada dos mosquitos, em Campo Largo, a BR-277, Francieli disse que as equipes da Secretaria de Saúde monitoram, diariamente, toda extensão da BR-277, no trecho no qual a rodovia corta o Município. “São visitados os locais mais propícios para a entrada dos mosquitos, como postos de combustíveis, oficinas e outros estabelecimentos de serviço, onde são colocadas armadilhas e verificada a presença dos mosquitos”, explicou ela, adiantando que esse trabalho é permanente.
 

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