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Cirurgia plástica

11/07/2014

Novas soluções de cirurgia plástica para pacientes com deformidades

Cirurgia plástica

11/07/2014

Muitas vidas vêm sendo transformadas pelos novos recursos que a cirurgia plástica oferece para a Medicina. Sem eles, traumas psicológicos seriam muito maiores, principalmente em casos de deformidades físicas pós-acidentes ou doenças degenerativas que afetam, e muito, a condição estética da pessoa.

O cirurgião plástico Dr. Anderson Andre Mayer é um dos profissionais mais requisitados do interior do Paraná em problemas estéticos pós-acidentes ou doenças e tem realizado este atendimento também em Campo Largo, no Hospital Nossa Senhora do Rocio. Segundo ele, os traumas gerados por contusões podem exigir do médico cortes extensos e profundos e o fechamento adequado da pele.

Essa é uma realidade facilitada para o cirurgião plástico, que tem a formação e a habilitação necessária para identificar a melhor forma de fazer com que haja a transposição de pele necessária. Existem, também, casos de enxertos em que o médico retira a pele do paciente de um local e insere em outro.

Para o especialista, geralmente em casos de acidentes automobilísticos, membros inferiores, face e mãos sofrem os maiores problemas. “São pontos visíveis do corpo que geralmente exigem do cirurgião plástico o máximo de cuidado para que a funcionalidade e a estética do membro voltem, ao máximo, à condição anterior”, detalha Dr. Anderson, evidenciando que cada caso é um caso, havendo a necessidade, dependendo da gravidade, de duas a até aproximadamente dez intervenções cirúrgicas para a adequada recuperação do dano provocado.

O cirurgião plástico evidencia que o resultado estético em alguns casos não é a perfeição, com a volta plena da condição anterior ao trauma. Mas o médico tem algumas prioridades quando se depara com seu trabalho: “a vida do paciente em primeiro lugar, o resgate da funcionalidade do membro em segundo lugar e depois a forma ou estética.” Para ele, a pessoa resgatar a mobilidade e a condição de viver bem após um grande trauma é algo que interfere positivamente em sua qualidade de vida e pode fazer grande diferença, inclusive na autoestima e no prazer em estar usufruindo a nova condição existencial.  “Se considerarmos a evolução da medicina, ocorreram muitos avanços em mobilidade dos membros que dão ao paciente novas perspectivas, se avaliarmos técnicas do passado.”

Reconstrução

Dr. Anderson Mayer exemplifica casos de pessoas que apresentam trauma ou deformidade na orelha. A cirurgia plástica permite a reconstrução total da orelha e ganhos reais em satisfação para este paciente que, pelo histórico, geralmente carrega consigo sérias dificuldades no convívio com o problema.

Os traumas no nariz geralmente são os mais chocantes para o paciente e seus familiares. A boa notícia evidenciada por Dr. Anderson Mayer é que mesmo em situações visivelmente complicadas a cirurgia plástica permite soluções reparadoras que se aproximam, e muito, com a condição de normalidade.
Em geral, o brasileiro sabe muito pouco o que fazer em casos de amputação de um membro. Dr. Anderson explica que é importante pegar o membro amputado, enrolá-lo num pano limpo e inseri-lo num saco plástico, acondicionando-o em gelo. Assim, a pessoa amputada poderá ter até seis horas para o implante. Um erro comum é pegar o membro amputado e inseri-lo diretamente no gelo, o que faz com que em cerca de uma hora seja impossibilitada a capacidade de reimplante.

Cicatrizes

A evolução na medicina fez com que as grandes cicatrizes em diversos lugares do corpo passassem a ser uma realidade do passado. Com o uso de expansores de pele com técnicas consideradas pouco invasivas, o médico consegue expandir a pele nas proximidades da região afetada e, pouco tempo depois, fazer com as sobras uma cirurgia para cobrir a região afetada. O resultado, conta ele, é geralmente muito satisfatório com uma imensa redução da área esteticamente afetada. Mais informações pelo email plasticarocio@gmail.com ou pelo telefone (41) 2103-2592.

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