29/05/2014
Campo Largo participa de documentário sobre inclusão de deficientes no ambiente escolar
29/05/2014
Campo Largo participa de documentário sobre inclusão de deficientes no ambiente escolar
29/05/2014
Fonte:Depcom/PMCL
Nos últimos dias 16 e 19, a TV Escola, projeto do Ministério da Educação, esteve em Campo Largo realizando gravações na Escola Municipal Primeiro de Maio. O objetivo da visita foi colher material para a elaboração de um documentário sobre inclusão de deficientes auditivos na Rede Regular de Ensino. A escola foi escolhida por ser considerada referência no atendimento destes alunos.
“Campo Largo foi escolhida pelo projeto por ser referência e ter alcançado sucesso na realização destas práticas inclusivas”, explica o Secretário de Educação, Avanir Mastey, que acompanhou a visita, juntamente com a coordenadora do Departamento de Educação Especial do município, Agna Poletto. “Para nós é motivo de orgulho termos sido escolhidos para mostrar para todo o Brasil a inclusão dos alunos na escola”, completa o secretário.
Nesta escola, funcionam vários espaços exclusivos direcionados a Modalidade de Educação Especial, tais como o Centro Municipal de Atendimento da Área Visual, a Sala de Recursos de Altas Habilidades/Superdotação, uma das 20 Salas de Recursos Multifuncional do tipo I do município e o Centro de Atendimento da Área da Surdez.
O documentário será exibido na televisão e também na internet, através do site http://tvescola.mec.gov.br/index.php . No final do ano, o vídeo fará parte de uma coletânea de vídeos do “Pacto pela alfabetização na hora certa”, do Governo Federal, que serão apresentados aos professores de todo o Brasil.
Inclusão de pessoas com deficiências nas Escolas de Campo Largo
Atualmente, há cerca de 350 alunos com algum tipo de deficiência nas Escolas Públicas da Rede Regular de Ensino e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEI) de Campo Largo.
Além do acompanhamento de profissionais especializados em sala de aula, estes alunos recebem apoio pedagógico em contra turno, nas Salas de Recursos Multifuncionais, nos Centros Municipais de Atendimento Especializado (CEMAE) e Centros de Atendimento na Área Visual do município.
“É necessário ofertar suporte aos professores que possuem nas suas turmas alunos com deficiência. Esse suporte é formativo e deve ser uma constante, deve envolver cursos de formação, materiais e mobiliários adaptados, acessibilidade, e, sobretudo, trabalho integrado: família, professores, gestores e equipe pedagógica”, explica Agna. Os profissionais do Departamento de Educação Especial são responsáveis por ofertar orientações e, junto à escola, discutir encaminhamentos metodológicos adequados.
“A inclusão é um processo que deve ser sempre discutido e analisado para que possamos realizar melhorias, envolvendo todas as instâncias administrativas, sem deixar de ouvir a voz das pessoas com deficiência”, finaliza o Secretário de Educação.