05/08/2013
Projeto Prevenção em Escolas e Comunidades já visitou sete escolas desde o dia 25 de julho para discutir riscos do uso e abuso de drogas
05/08/2013
Projeto Prevenção em Escolas e Comunidades já visitou sete escolas desde o dia 25 de julho para discutir riscos do uso e abuso de drogas
05/08/2013
Fonte:Depcom/PMCL
O projeto Prevenção em Escolas e Comunidades (Pescô) retomou os diálogos com alunos, pais e professores no dia 25 de julho e já visitou sete escolas. Coordenado pela Secretaria Municipal de Políticas Sobre Drogas, o projeto tem como objetivo introduzir o tema “drogas” no contexto escolar e incentivar a prevenção.
Nos dias 25 e 26 de julho, o Pescô participou da Semana Pedagógica em quatro colégios estaduais: Francisco Belinoski, Augusto Vanin, José Ribas Vidal e Darlei Adad. Nos encontros, a equipe do projeto capacitou professores e discutiu alternativas para abordar o tema nas salas de aula. “O objetivo é orientar e refletir com os professores o enfrentamento desse desafio: inserir a prevenção às drogas ao conteúdo do Plano de Trabalho Docente (PTD). Isso também ajuda a diminuir a violência, visto que a violência nas escolas geralmente está direta ou indiretamente ligada ao uso de drogas”, explica o secretário de Políticas Sobre Drogas, Carlos Augusto Weber, que também coordena os diálogos nas escolas.
Já no dia 31 de julho, o Pescô esteve na Escola Integração Comunitária do Guarani. No total, onze turmas assistiram vídeos e discutiram as consequências do uso de drogas, tanto ilícitas quanto lícitas – como é o caso do álcool.
No dia primeiro de agosto, foi a vez dos pais: o projeto esteve na Escola Municipal Affonso Cunha para orientar as famílias. No dia seguinte, os alunos da Creche Antônio Gabardo Junior também receberam a equipe do Pescô. “É extremamente produtivo trabalhar com crianças mais novas. Elas entendem e, ainda, levam o assunto para discutir em casa”, ressalta Weber.
O projeto pretende passar por todas as escolas de Campo Largo até o final do ano. Até hoje, 29 instituições de ensino receberam o Pescô.
Como funciona o Pescô
O projeto promove diálogos nas escolas com os três principais grupos envolvidos: os alunos, os pais e as equipes pedagógicas. Em encontros separados, o Pescô apresenta dados sobre a realidade das drogas no Brasil e no município, além de discutir alternativas para promover a prevenção dentro das escolas.
Nas reuniões, a equipe também ouve os participantes. Aqueles que precisam de auxílio específico, podem ser encaminhados para projetos ou para uma das 15 Comunidades Terapêuticas parceiras da Secretaria de Políticas Sobre Drogas.
Comunidade Terapêutica Remar
No dia 28 de julho, o secretário Carlos Weber prestigiou a inauguração da Comunidade Terapêutica Remar, no município de Quatro Barras. A instituição também será parceira e poderá receber internos encaminhados pela Secretaria de Políticas Sobre Drogas. “90% dos casos que chegam até nós necessitando de internação foram recebidos por essas Comunidades Terapêuticas parceiras. Na maioria dos casos, conseguimos a internação em vagas sociais, gratuitas”, explica Weber. Desde o início do ano, a Secretaria já encaminhou 230 pessoas para internação.
Além dos casos de internação, a Secretaria também acompanha pessoas em outros tipos de tratamento na luta contra as drogas.