28/06/2013
As chuvas que caíram torrencialmente em Campo Largo, nos últimos dias, causaram uma série de problemas, em vários pontos da cidade.
28/06/2013
As chuvas que caíram torrencialmente em Campo Largo, nos últimos dias, causaram uma série de problemas, em vários pontos da cidade.
28/06/2013
As chuvas que caíram torrencialmente em Campo Largo, nos últimos dias, causaram uma série de problemas, em vários pontos da cidade. Pelo menos 16 famílias foram afetadas diretamente pelas precipitações, que causaram alagamentos e desmoronamentos. O caso mais grave foi registrado na segunda-feira, quando uma casa desmoronou na rua Alberto Alves, no Razera, e seus ocupantes, três adultos e quatro crianças ficaram desalojados. O local ficou interditado.
Os pedidos de socorro de famílias residentes no Bom Jesus, Caratuva, Jardim Rondinha, Santa Ângela, Vila Torres, Cercadinho, Jardim Itaqui, Bateias, Guabiroba, São Caetano, Razera e Boa Vista, principalmente, mobilizaram o pessoal da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Provopar Municipal e secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo. Não há registro de desabrigados, mas algumas famílias foram desalojadas e acolhidas por vizinhos e parentes.
Chuva
A situação começou a complicar para as pessoas residentes em áreas de risco, a partir do último dia 20. Em Campo Largo, mais de três mil pessoas vivem em áreas sujeitas a alagamentos ou desmoronamento de encostas. Destas, pelo menos duas mil vivem risco iminente. Em cada período de chuvas intensas, elas precisam dobrar o alerta, e muitas vezes desocupar suas casas, pois correm risco de morte.
Ainda na quinta-feira (20), duas residências foram atingidas por desmoronamento na Travessa Bueno, no Bom Jesus. Na sexta-feira (21), a Defesa Civil foi acionada 11 vezes, para atender famílias vítimas de desmoronamento de encostas e queda de muros, no Caratuva, Jardim Rondinha, Santa Ângela, Vila Torres, e alagamentos no Jardim Itaqui, Bateias, Guabiroba e São Caetano. Também no dia 21 uma residência foi atingida por um desmoronamento no Boa Vista e nesta terça-feira, outra no Razera.
A reportagem conversou com o coordenador da Defesa Civil, Alexandre Custodio Telesse, e ele informou que tudo o que foi possível fazer para minimizar o sofrimento da população atingida, foi feito. Muitas famílias ficaram desalojadas, mas, segundo ele, não há registro de desabrigados. O Provopar ajudou algumas destas famílias, com roupas, agasalhos e gêneros alimentícios (cesta básica), na medida da necessidade. Segundo ele, em alguns casos as famílias não podem retornar às suas casas, enquanto não forem realizadas obras necessárias para a segurança de todos.
Na quarta-feira, a Defesa Civil foi chamada na Rua da Eva (Beco do Barausse) São Caetano, onde o deslizamento de um barranco de cerca de dez metros de altura, ameaça uma casa de desabamento. A residência foi interditada pela Defesa Civil, que providenciou a proteção do barranco, com uma lona.
No local moravam uma mulher e quatro filhos. A mulher e um filho estão na casa dos pais dela. Já os outros três filhos estão morando na casa de outros familiares.
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No Jardim Rondinha, queda de barreira
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No Razera, uma residência interditada devido à deslizamento
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Na Vila Torres, desmoronamento de barreira
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No Santa Ângela, o excesso de chuva causou estragos
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Queda de barreira no Albina Grigoletti ameaça duas residências
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Na Rua da Eva, uma casa ameaçada de desabamento, devido ao deslizamento de um barranco