17/08/2012
Há 15 dias a obra de revitalização de parte da Rua Centenário, principal acesso à Avenida dos Expedicionários, que liga o centro ao Itaqui, está parada.
17/08/2012
Há 15 dias a obra de revitalização de parte da Rua Centenário, principal acesso à Avenida dos Expedicionários, que liga o centro ao Itaqui, está parada.
17/08/2012
Há 15 dias a obra de revitalização de parte da Rua Centenário, principal acesso à Avenida dos Expedicionários, que liga o centro ao Itaqui, está parada. A obra, que começou a cerca de um ano, já era um transtorno para os moradores e empresários da região e agora virou um caos com a paralisação da empreiteira responsável.
A obra contempla pavimentação, calçadas e arborização, mas até o momento só pode se ver manilhas jogadas, buracos em que oferecem perigo, muita terra e asfalto quebrado. Até mesmo a sinalização das obras é ruim, pois não protege os pedestres dos buracos. Com a falta de calçada, pedestres precisam dividir espaço com veículos, incluindo ônibus e caminhões que passam frequentemente pelo local. Devido a isso, provavelmente nesta sexta-feira, 17, moradores e comerciantes se mobilizem para fechar a rua e exigir providências.
Segundo Nivaldo Domingos Machado, Diácono da Igreja Nossa Senhora da Piedade e proprietário da Funerária Horizonte, após entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Campo Largo, ele foi informado que a empresa que ganhou a concorrência para realizar a obra não está liberada pelo Paraná Urbano, por isso tiveram que parar. “E o que temos a ver com isso? A Prefeitura deveria ver isso antes de contratar. Vamos ficar assim até quando?”, reclama Nivaldo.
Ele conta que por pouco sua neta não foi atropelada nesta rua por não ter calçada, além disso diz que todos os comerciantes estão reclamando da falta de movimento.
O administrador da Panificadora Renascença, Osmair de Paula Xavier, falou que está realmente difícil a situação, pois durante o último ano o movimento caiu cerca de 40%. “Acabou o movimento. Os clientes não param porque não tem como estacionar, suja o carro, a rua está cheia de buraco. Só os clientes fiéis mesmo que tem paciência de passar por esta rua”, lamenta.
Osmair conta que pelo menos uma dez vezes ao dia precisam molhar em frente à Panificadora para não levantar muito pó, já que precisam manter a higiene por trabalharem com alimentos.
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