01/06/2012
Nesta sexta-feira (01) o prefeito de Campo Largo, Edson Basso, assina um contrato com a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) para a elaboração de um plano de desenvolvimento integrado para o município, denominado ''Campo Largo 2030''. O projeto visa conhecer as mudanças e tendências da economia, da tecnologia e da sociedade, que ocorrem em âmbito global, nacional e principalmente local para diversos setores e temáticas, buscando identificar e apoiar caminhos para a inovação e o desenvolvimento sustentável. Para o secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Valdemar Cequinel, estudos como este procuram preparar as cidades para o futuro. ''É uma forma de antever os impactos do crescimento e desenvolvimento, além de prever medidas adequadas às novas realidades'', explica.
A ideia surgiu em 2011 por meio de uma parceria entre a Prefeitura e a Acicla (Associação Comercial e Industrial de Campo Largo). Segundo o secretário, juntos os órgãos envolvidos irão produzir um projeto específico para o planejamento do Município. ''A Fiep já realizou trabalhos semelhantes em Curitiba, Londrina e Cascavel, além de projetos nas áreas de construção civil, energia, indústria automobilística e outros'' – relata Cequinel. A ideia também foi baseada em um estudo semelhante realizado em Maringá, o qual norteia as ações do município.
Assinatura
A assinatura do protocolo do projeto Campo Largo 2030 será realizada às 19h30min., na sede da Acicla, durante a solenidade de posse da nova diretoria da associação.
Os principais resultados esperados são o crescimento ordenado aliado à sustentabilidade, ''aproveitando oportunidades e investimentos sem deixar de garantir a qualidade de vida e o bem estar da população'' – destaca. O secretário lembra que a valorização e o aumento dos níveis de emprego e renda de Campo Largo também elevam a rede comercial e de prestação de serviços públicos e privados. ''Por já possuir o título de capital da louça, queremos que as indústrias deste ramo cresçam. O mesmo ocorre com os demais setores produtivos. Precisamos formatar uma parceria sólida, onde cada um [poder público, iniciativa privada, setores da educação e o associativismo comercial e industrial] ofereça uma parcela de seus esforços, como certificações de qualidade, busca de padrões de excelência em produção e prestação de serviços'', acrescenta.