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ALIMENTAÇÃO E O ESTRESSE 16/10/2014


Por: Ana Lúcia

16/10/2014

A ansiedade e o stress são males que atingem grande parte das pessoas, no mundo de hoje. Um dos problemas é que ela pode ser traduzida para a nossa alimentação em fome intensa e compulsão por doces.

As pessoas com esse comportamento normalmente não têm um estilo de vida que permita uma alimentação saudável. Com a alimentação desregrada, além de não se obter nutrientes importantes e de qualidade para o organismo, ainda se “joga fora” minerais como o cromo.

Por isso, para controlar a compulsão por doces, é importante modificar a alimentação como um todo. Comece trocando os alimentos refinados pelos integrais, que possuem mais fibras, dão saciedade e têm boas quantidades de minerais como o cromo.

A banana e a castanha são ótimos alimentos para carregar e consumir nos intervalos entre almoço e jantar. Lembre-se que a serotonina é responsável pelo bem-estar e prazer, tendendo a diminuir a sensação de ansiedade.

Não se esqueça de consumir água. O organismo muitas vezes confunde fome com sede.
A notícia boa é que equilibrar a dieta ajuda a reduzir significativamente os efeitos do estresse no organismo.

A seguir alguns alimentos bons para reduzir e combater o estresse: Aipo – 2 a 4 talos ao dia ajuda a reduzir a liberação de hormônios do estresse. Contém nutrientes calmantes como a niacinamida .
Gengibre – Melhora a digestão, aumentando a absoração dos nutrientes. A dica é usá-lo na forma de chá.

Arroz e grãos integrais – auxilia na síntese de serotonina, melhorando o humor e aliviando o estresse.
Repolho: Rico em vitaminas antioxidantes (A, C , E, betacaroteno e Selênio) que combatem os radicais livres produzidos pelo estresse e ajudam na fabricação da serotonina.

Pepino: Tonifica o fígado melhorando a circulação de hormônios, o humor e combatendo o estresse. Acrescente em sucos, junto com o aipo.

Frutas ricas em antioxidantes: importantes nutrientes para estimular o sistema imunológico.

Amêndoas: São ricas em magnésio, super importante para o funcionamento da glândula responsável por lidar com o estresse. Baixos níveis do mineral se manifestam com tensão nervosa, ansiedade, irritabilidade e insônia.  Semente de gergelim: ricas em zinco, elemento importante para a produção de serotonina. A necessidade por zinco aumenta em momentos de tensão!

Aveia: rica em fibras solúveis que controla o aumento do açúcar no sangue, melhora a concentração e controla dores de cabeça.

O maior problema é que, hoje em dia, o estresse deixou de ser uma reação do organismo a situações extremas e passou a ser crônico. A consequência é a liberação exagerada dos hormônios do estresse, como o cortisol. Mantendo uma dieta equilibrada e evitando os alimentos conhecidos como estimulantes, podemos diminuir as causas do estresse – melhorando a qualidade de vida e evitando o ganho de peso.

Cito a seguir dois desses alimentos estimulantes, que devem ser controlados.

O álcool: - estimula a liberação de adrenalina, aumentando a tensão nervosa, a irritabilidade e a insônia. Quando ingerido em excesso, estimula o acúmulo de gordura no coração e reduz a função imunológica. Além disso, reduz a capacidade do fígado de lidar com as toxinas, fazendo com que elas permaneçam no corpo. Toda essa ação exige uma resposta do organismo, causando ainda mais estresse.

O Sal: - Aumenta a pressão arterial e esvazia a glândula que nos ajuda a lidar com estresse. Tenha em mente que não estamos falando apenas do sal de cozinha, mas também de produtos industrializados ricos em sódio como temperos prontos, sopas desidratadas, caldos e extratos concentrados, amaciantes de carne, catchup, mostarda, maionese, molho de soja, molho inglês, extrato de tomate, salgadinhos industrializados: chips, amendoim, coxinha, pastel, etc.
 

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