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Se todo poder emana do povo, que assim seja

Há quem diga que a democracia é decidir o que já foi escolhido por um grupo de pessoas previamente, uma vez que já existe todo um plano por trás daquela opção.

Por: Redação

Há quem diga que a democracia é decidir o que já foi escolhido por um grupo de pessoas previamente, uma vez que já existe todo um plano por trás daquela opção. Como exemplo vamos pegar o caso dos colégios cívico-militares: se você votar sim, há todo um plano consolidado para a implementação do sistema; se você votar não, há um plano também, ainda que dentro do método tradicional. Se você votar no candidato X para prefeito, existe um plano de governo, ainda que você não concorde 100% com as ideias dele. A democracia consegue então ser soberana? Nem sempre, mas ainda assim é o modelo mais próximo do ideal, pois é aquele onde o ser humano é respeitado na sua individualidade, na qual todos são iguais e têm a mesma voz e o mesmo poder de decisão.

O fato é que nem todos sairão de um pleito plenamente satisfeitos com o resultado final, mas ainda assim poderão exercer seu papel de cidadãos, vivendo em uma sociedade onde o direito de expressão existe e o de cobrar seus representantes também.  Por isso, ideais como da democracia participativa tem ganhado cada vez mais espaço dentro do Brasil, fazendo valer que “todo poder emana do povo”. Nessa forma de democracia há uma participação ainda mais ativa dos atores sociais, com criação de canais de discussão e fomento ao pensamento em questões políticas, além do incentivo à abertura de plebiscitos, consultas e audiências públicas, conselhos municipais, orçamentos participativos, iniciativas polulares e outros, aumentando a governabilidade e o poder de decisão da população local e regional sobre situações que a envolve.

Ainda é necessário um grande avanço para que a população brasileira compreenda melhor os passos da democracia, especialmente de uma democracia livre, tanto quanto essa que vivemos desde 1988, onde há uma livre expressão do voto e de apoio popular, sem medo de retalhações. Isso virá por meio da Educação, tanto aquela que vem de dentro de casa, como também da escola, e do incentivo à atualização frequente do cidadão/eleitor por meio de notícias.

Um cidadão crítico, bem informado, participativo e com capacidade de exercer seus direitos de maneira correta e empática - auxiliando outras pessoas ao seu redor - é capaz sim de mudar muito o local onde vive. Que todos nós sejamos capazes de cada dia mais sermos boas influências para os futuros cidadãos que temos em nosso lares e eles possam colocar cada vez mais em prática o poder que vem deles, o poder de um bom voto.

 

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