30/11/2012
O Itaqui é um dos poucos bairros de Campo Largo que, pode-se dizer, é quase que totalmente independente. Lá é possível viver sem a necessidade de vir ao centro da cidade para resolver neg&oacu
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O Itaqui é um dos poucos bairros de Campo Largo que, pode-se dizer, é quase que totalmente independente. Lá é possível viver sem a necessidade de vir ao centro da cidade para resolver neg&oacu
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O Itaqui é um dos poucos bairros de Campo Largo que, pode-se dizer, é quase que totalmente independente. Lá é possível viver sem a necessidade de vir ao centro da cidade para resolver negócios ou usar algum serviço. Emprego em indústrias de grande porte, comércio forte, farmácias, supermercados, serviços em geral, escolas, estão disponíveis para os moradores, na região que é uma das mais antigas áreas urbanas da cidade. Mas lá também existem carências.
A região do Itaqui (Itaqui, Jardim, Itaqui, Vila Glória, Jardim Esmeralda) é pobre em saneamento básico, como quase toda a cidade. A maioria das casas não são servidas com rede de esgoto, existem muitos terrenos baldios e a especulação imobiliária é forte. No centro comercial muitas construções mostram um novo período de desenvolvimento, após o “renascimento” da maior indústria da região, a Porcelanas Schmidt. A expansão urbana é visível, com grande número de residências e condomínios fechados, em construção.
Acesso
Uma das mais antigas reivindicações dos moradores do Itaqui, a pavimentação da marginal da BR-277 para a ligação com o centro de Campo Largo, via Bom Jesus, ainda é um sonho. A via, efetivamente aberta há quatro anos, ainda é de saibro, o que não permite um trânsito seguro e estável. Os moradores preferem, na maioria das vezes, utilizar a Aveni dos Expedicionários, que é asfaltada, embora a distância seja maior. A pavimentação da marginal daria mais agilidade ao trânsito dos moradores da região.
A mudança da pista da BR-277, cuja obra está em execução, segundo moradores ouvidos pela Reportagem, pode solucionar esse problema. “Porque nós vamos poder usar a rodovia como ligação com o centro da cidade, sem nos expormos ao perigo que é dividir o espaço com o tráfego pesado”, disse uma empresaria da Avenida da Porcelana.
No Jardim Esmeralda, além da falta de esgotos, o maior problema é a pavimentação das ruas. Só a principal do bairro, a Joaquim Celestino Ferreira, tem pavimentação, mas a rua está cheia de buracos, e isso dificulta o trânsito, causando prejuízo aos moradores.
Recentemente a Prefeitura Municipal inaugurou uma nova escola no bairro, separando o Ensino Fundamental do Médio, que eram oferecidos na mesma escola, a Djalma Marinho. A nova escola recebeu elogios da população, que há muitos anos a reivindicava.
Outro equipamento recentemente inaugurado no bairro, a Academia da Terceira Idade, na praça do Itaqui, também recebeu elogios da população.
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