30/11/2012
Considerado o novo horizonte do crescimento da cidade, o bairro do Gorski e região parecem “esquecidos” pelo poder público municipal.
30/11/2012
Considerado o novo horizonte do crescimento da cidade, o bairro do Gorski e região parecem “esquecidos” pelo poder público municipal.
30/11/2012
Considerado o novo horizonte do crescimento da cidade, o bairro do Gorski e região parecem “esquecidos” pelo poder público municipal. Com cerca de 20 anos, desde a sua criação, o Gorski ainda convive com uma realidade difícil para os moradores. Ruas sem pavimentação e sem rede de esgotos são problemas com os quais os moradores já se acostumaram a viver, mas não aceitam. Para eles, falta ação por parte da Prefeitura Municipal.
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Um antigo morador do bairro disse que as únicas intervenções importantes no bairro foram feitas há cerca de dez anos, com a construção de uma escola. “De lá para cá, só a Estrada da Ratada, que foi movimentada até perto da entrada do bairro. O asfalto não prosseguiu porque uma casa estava e ainda está lá, no meio da rua”, disse um morador que lamenta a não valorização dos imóveis do bairro, por falta de infraestrutura e pelo quase isolamento.
Promessa
Muitas casas, de padrão classe média baixa, estão em construção no bairro, mas há um clima lento de desenvolvimento. Um morador, que está construindo a sua casa, disse que teve que construir uma fossa, porque não há rede de esgotos. “Prometeram que ano que vem a Sanepar vai entrar aqui para instalar a rede de esgotos, mas nós não acreditamos mais. Há uns dias apareceram uns funcionários, acho que eram da Sanepar, medindo, fazendo levantamento das ruas”, disse ele.
Com uma criança no colo, sob o Sol forte, uma moradora disse que a dificuldade maior é quanto à frequência dos ônibus. “São poucos fora do horário de maior movimento, de manhã e à tarde. Depois a gente ‘mofa’ no ponto”, reclamou. Ela adiantou que espera, nos próximos anos, mais atenção da Prefeitura, para o seu bairro, e a solução para a pavimentação do restante da Estrada da Ratada.
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Outro fator bastante criticado pelos moradores é a falta de segurança. “Não dá para sair sossegado de casa, ou voltar do trabalho, à noite. Depois das dez horas, é muito perigoso”, disse um morador, explicando que volta do trabalho no início da noite, mas depois tem que andar cerca de 500 metros, até o ponto de ônibus, para acompanhar a esposa, que volta do trabalho mais tarde, e desce da Van na entrada da rua principal do bairro.