27/11/2012
Fonte:AEN-PR
O início da elaboração do planejamento estratégico para o setor de Tecnologia da Informação do Paraná em março de 2013 foi anunciado durante o painel “Governança Estadual de TI”, realizado nos debates do Paraná TIC 2012.
O simpósio reuniu, na sede do Sebrae, empresários, autoridades e especialistas em empreendedorismo e tecnologia para compartilhar conhecimento e discutir tendências do setor.
Um dos principais eventos de tecnologia, o Paraná TIC foi organizado pela Assespro/PR (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) em conjunto com o Sebrae e apoio do Grupo Paranaense de Comunicação.
O painel Governança Estadual de TI teve como debatedores o diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Júlio C. Felix; Emerson Cechin, coordenador do programa estadual de TI e software do Sebrae/PR; e Sérgio Yamada, diretor-presidente da Assespro/PR, sob moderação de Júlio Cezar Agostini, diretor de operações do Sebrae/PR.
Os participantes decidiram formar uma comissão responsável por colher contribuições e elaborar o planejamento estratégico. Emerson Cechin anunciou que o Sebrae/PR vai contribuir com R$ 50 mil para produção do planejamento.
A coordenadora de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Sueli Édi Rufini, foi convidada e aceitou integrar a comissão.
O desafio foi lançado a partir de um consenso entre os participantes. “O setor de TI é um dos mais organizados em termos de participação do empresariado e tem o poder de dinamizar outros setores”, disse o diretor de operações do Sebrae-PR, Júlio Cezar Agostini.
O presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, destacou que é papel do governo promover o desenvolvimento científico e tecnológico. Segundo ele, a Lei de Inovação é o marco legal que cria as bases para o estímulo e estabelece a segurança jurídica necessária para a relação público-privada em projetos de pesquisa.
“Estamos trabalhando agora na regulamentação da lei estadual e também em um texto para servir de base às cidades que quiserem ter suas próprias leis municipais de inovação”, disse Felix, coordenador da comissão responsável pela elaboração do texto da lei estadual.
O presidente da Assespro, Sérgio Yamada, ratificou a relevância da Lei de Inovação e o papel do Estado no estímulo ao desenvolvimento tecnológico. “Todos os grandes centros tecnológicos do mundo, no início, tiveram forte apoio do poder público”, disse.