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Quinta-feira | 24 de Setembro de 2020 11:12
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Um Sete de Setembro sem desfile

Sem o brilho nos olhos. Sem aquele colorido das bandeiras e do trabalho que é resultado da dedicação de cada aluno, cada professor e profissional para tornar esse dia especial. Comemorado tradicionalmente, esse será um ano atípico, sem o Desfile de Sete de Setembro.

Por: Redação

Sem o brilho nos olhos. Sem aquele colorido das bandeiras e do trabalho que é resultado da dedicação de cada aluno, cada professor e profissional para tornar esse dia especial. Comemorado tradicionalmente, esse será um ano atípico, sem o Desfile de Sete de Setembro.

Ano passado Campo Largo teve o maior desfile cívico já visto na cidade. O dia ensolarado foi propício para acontecer com muita beleza tudo que havia sido programado. Um ano marcante em que também teve espaço a valorização de algumas empresas locais. Foi resgatada a história da cidade através dessas empresas, muitas que levam o nome de Campo Largo para todo o país e até para o exterior. Empresas, estas, que fazem parte da vida de milhares de campo-larguenses.

Foram cerca de cinco mil pessoas que desfilaram em 2019 e que neste ano recordarão de casa aquele momento, o que significa, mas certamente sem deixar de lado o patriotismo. Mais de 70 entidades que estavam envolvidas, uma grande movimentação e preparação para valorizar o País e também aquele lugar que representam, procurando dar o seu melhor para abrilhantar o evento.

Um dos destaques do ano passado foi a presença dos homens do Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar, do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo – Cindacta 2. Uma bela apresentação que chamou atenção de todos.

Neste ano já não teremos nosso pracinha, o senhor Félix Novak, que com muito orgulho todo ano veste suas roupas de guerra para estar presente neste dia. A antiga banda do Colégio Sagrada Família também se reuniu. Realmente foi um ano muito especial, com muitas comemorações e que ficará gravado na memória de todos que puderam prestigiar.

Dia Sete de Setembro de 1822, o dia da Independência do Brasil. Quando às margens do rio Ipiranga, D. Pedro I deu o famoso grito “Independência ou morte!”. Data tão significativa para o País, mas que precisou ser cancelada pelo Ministério da Defesa diante do contexto atual, a pandemia da Covid-19. Sem aglomerações de público, conforme é recomendável pelas autoridades sanitárias para evitar o risco de contaminação, o dia 07 será um feriado mais silencioso, calmo, sem aquela energia contagiante daqueles que participam deste ato cívico.

 

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