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Mel 20/11/2014


Por: Ana Lúcia

20/11/2014

Desbancado pelo açúcar como principal adoçante nos últimos séculos, o mel sempre foi usado como alimento pela humanidade — a apicultura já era bem estabelecida em 2600 a.C.

Os primeiros registros do néctar datam de 5500 a.C., no Egito antigo, a ponto de a parte sul do país ter sido conhecida naquela época como “terra das abelhas”.

As abelhas produzem o mel como reserva de comida para os meses de inverno e, felizmente, algumas espécies produzem mais do que o necessário para a colméia, sendo possível colher o excesso.
Até mesmo as religiões se apropriam do mel em seus simbolismos.

No Antigo Testamento, os judeus buscavam a terra prometida aonde corria leite e mel — em contraposição aos tempos difíceis de escravidão no Egito. E ainda hoje os judeus consomem o alimento nas comemorações do seu ano novo, para simbolizar os momentos doces.

Os muçulmanos consideram o mel um alimento com excelentes propriedades curativas, uma “cura para as doenças do coração”, como cita o Corão.

Os benefícios do mel também estão registrados nos Vedas indianos: era despejado sobre a soleira de portas para abençoar os prédios e as casas.

Apesar de sua fama medicinal e dos diversos simbolismos, o mel é formado basicamente por glucose e frutose, dois açúcares simples, muito semelhante à sacarose — que forma o açúcar de cana comum.
Nos EUA, Europa e África, o consumo per capita pode chegar a 1 kg por ano. No Brasil, não passa de 300 g anuais.

Apesar de acrescentar sabor e textura aos alimentos, a maioria dos especialistas sustenta que mel não tem vantagens nutricionais sobre o açúcar. Sua composição é basicamente açúcares e água, com teores de proteína e minerais insignificantes.

Ainda assim, entre os brasileiros, o mel ainda é encarado como um medicamento e tem seu consumo aumentado nas épocas mais frias do ano, quando problemas respiratórios e gripes se tornam mais frequentes.

Crianças com menos de um ano, no entanto, não deve consumir o alimento. Nessa faixa etária, há risco de botulismo, um problema causado por bactérias que podem causar letargia, constipação intestinal e até morte súbita, se não tratado.
(Fonte: Néstle Profissional)
 

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