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Iogurte 08/04/16


Por: Ana Lúcia
A produção do iogurte se inicia com a adição de culturas de bactérias (Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus) adicionadas ao leite pasteurizado. Enquanto consome o açúcar do leite, a lactose, as bactérias excretam o ácido lático que coalha o leite. Quando se atinge a acidez desejada, a fermentação é interrompida e o produto do leite sofre refrigeração. Em seguida, adiciona-se leite em pó, gelatina e outros ingredientes para encorpar o iogurte.
 
Ao consumir o iogurte, estamos ingerindo bactérias que foram utilizadas na fermentação. Não se sabe se sobrevivem à digestão, porém alguns estudos indicam que elas são úteis para a reconstituição da flora intestinal e são capazes de suprimir o crescimento de micro-organismos nocivos ao corpo humano. A gordura, vitaminas e minerais não são perdidas durante o processo de fabricação e após a fermentação, em consequência da degradação da lactose, o iogurte se torna mais digerível para quem tem intolerância ao leite. É uma excelente fonte de cálcio e fósforo, e contém boas quantidades de vitamina A, diversas vitaminas do complexo B e zinco.
 
Entretanto, o iogurte comercial pode conter aditivos que não são saudáveis como açúcar ou adoçante, corantes, aromatizantes. Por isso, prefira os iogurtes naturais.
 
DRA. ANA LÚCIA B. KUROSKI
Nutricionista - CRN/8 601
Especialista em Nutrição Clínica.
Atende: 3032-5020
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