Sábado | 23 de Outubro de 2021 08:23
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Política

Sessão da Câmara Municipal se mantém às 15 horas

Projeto para alterar sessão para as 18 horas foi rejeitado.

Esta segunda-feira (23) foi a primeira sessão na Câmara dos Vereadores de Campo Largo após a votação do horário das sessões ordinárias na Casa, a qual aconteceu no último dia 16. Há tempos muitos campo-larguenses questionam o horário das 15 horas para a realização das mesmas e solicitam que seja realizado em um período que seja mais fácil de ter a participação popular.

O projeto de resolução 05/2021 dos vereadores André Gabardo, Sargento Chrestani, João D’Água e Dr. João Freita, cuja súmula era para alterar artigo 86 do regime interno da Câmara Municipal, foi rejeitado. Os demais seis vereadores foram contrários à mudança, por acreditar que o horário em que as sessões são realizadas não prejudicam, já que são transmitidas ao vivo nas redes sociais e ficam disponíveis para serem vistas depois e também porque quando era realizada à noite poucas pessoas estavam presentes além dos vereadores e assessores.

Na justificativa do projeto, explica-se que pretendiam acolher o anseio da população pela mudança do horário das sessões para possibilitar aos campo-larguenses uma participação democrática e efetiva à Câmara de Vereadores. Levam em consideração o horário comercial das 8h às 18h, que impede a participação durante as sessões. Assim a alteração seria para realizar a sessão às 18 horas.

Na sessão da votação, o vereador Alexandre Guimarães foi o único a pedir a palavra. Disse que gerou polêmica o assunto, mas que “a votação não tem que ser polêmica, tem que ser bem tranquila, o processo é democrático”. Comentou que respeita a opinião dos demais vereadores, mas acha que não é o horário que vai mudar a qualidade do trabalho realizado. Acrescentou, ainda, que os vereadores estão diariamente em contato com a comunidade exercendo a função para a qual foram eleitos, representando a população nos seus anseios. “Hoje existem meios para a população se informar sobre o trabalho dos vereadores”, completou.