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Na corrida contra o tempo

Estamos seguindo para o último trimestre do ano. Inacreditável pensar que já estamos quase em outubro, passando por um ano que vivemos em pandemia de uma forma que pegou todos os setores desprevenidos.

Por: Redação

Estamos seguindo para o último trimestre do ano. Inacreditável pensar que já estamos quase em outubro, passando por um ano que vivemos em pandemia de uma forma que pegou todos os setores desprevenidos. Momento de muita adaptação e que refletiu de inúmeras formas, algumas desastrosas, mas também muito aprendizado, descobertas e conquistas.

A verdade é que não dá pra ficar sentado esperando a pandemia passar. A retomada já está começando. Não quer dizer que já tenha tido resultados muito significativos para todos, mas tem sido priorizada uma certa lei da sobrevivência e isso já é encarado como “lucro”. Sobreviver em meio a esse caos e ao inesperado não tem sido uma tarefa fácil.

Quando pensamos que já vamos entrar no último trimestre do ano vem uma reflexão, do que foi feito até agora? Estruturamos nosso negócio, organizamos nossa vida em casa? O quanto aprendemos? Mas além disso, como planejamos nosso futuro? E nosso futuro começa amanhã. Quais atitudes tomaremos diferente do que fizemos até agora ou o que manteremos? É preciso essa avaliação e que começa dentro de cada um, para então expandir para as pessoas próximas e trabalho.

Percebemos uma mudança na forma de lidar com o próximo e grande adaptação para os negócios, que ficaram muito mais humanos eu diria. Tem se destacado quem agrega um diferencial, um olhar mais cuidadoso com o próximo, com a forma de trabalhar. A instabilidade aflorou esse sentimento nas pessoas e, com isso, também começou a ser mais valorizado o comércio local. Campanhas direcionam para isso.

O Sebrae/PR até mesmo lançou a campanha Compre do Pequeno, visando essa retomada econômica e para estimular a economia local, como também a geração de empregos e renda. A proposta é fazer como antigamente, de se comprar no comércio do bairro, cumprimentar os vizinhos, com um tom intimista e relação de confiança. Isso tem feito superar a crise. Os profissionais se reinventaram e estão sobrevivendo desta maneira. A solidariedade está aflorada e com isso veio a oportunidade de conhecer novos potenciais. Não se trata apenas de “ajudar” comprando algo do vizinho, mas sim de dar oportunidade a ele e valorizar o que é feito.

O Paraná hoje tem 1.272.040 empresas ativas - sendo 1.169.404 micro e pequenas (42% do setor de serviços, 35% comércio, 13% indústria, 10% na construção civil e 1% de agro). Apoiar os pequenos reflete em toda a sociedade. Não se constrói um mundo melhor sozinho.

 

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