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Brincar com a saúde pode ser um caminho sem volta

O que está acontecendo com as pessoas? Estão se informando, de fontes seguras, cada vez menos e vemos que estão acreditando cada vez mais em “contos do vigário”

Por: Redação
O que está acontecendo com as pessoas? Estão se informando, de fontes seguras, cada vez menos e vemos que estão acreditando cada vez mais em “contos do vigário”, como a cura do autismo por meio de um composto químico semelhante ao alvejante. Como os responsáveis conseguem dormir à noite sabendo que misturaram esse ‘medicamento’ no alimento de uma pessoa autista?
Não precisamos ir longe para ouvir mais absurdos. Pessoas da nossa própria cidade disceminam a ideia de que vacinas são ‘medicamentos’ que deixam as pessoas ainda mais doentes, que causam deficiências e até a morte. Com a falta da vacinação e da própria informação, voltam ao país doenças já erradicadas, como a coqueluche, sarampo, paralisia infantil e tantas outras.
Mesmo no inverno, época do ano que as pessoas ficam mais propensas a desenvolverem doenças, especialmente respiratórias, como podem esquecer de lavar as mãos, cobrir o rosto ao tossir e ventilar ambientes de aglomeração? Como podem esquecer de se vacinar? É gratuito, não dói e é algo que pode ser resolvido em poucos minutos, evitando dias de internamento e até a morte. Nosso município não registrou, até o fechamento desta edição, nenhum caso de gripe H1N1, e não haveria de ser necessário para saber o que essa doença já causou em milhares de brasileiros.
É incompreensível que pessoas diagnosticadas com doenças como diabertes e hipertensão, podem levar a problemas ainda mais sérios no futuro, abandonem as consultas de rotina, os exames e os medicamentos.
Assim como é inadmissível também que o brasileiro não separe alguns minutos do seu final de semana para checar os vasos de plantas, o quintal, a caixa d’água, as calhas e evite o mosquito Aedes Aeghypt , que transmite doenças graves tais como a dengue, chicungunha e zika, que além de serem doenças graves, a zika pode causar a microcefalia no período de gestação das crianças.
São ‘n’ exemplos, mas apenas uma ressalva: é preciso que conscientizar, além de buscar informações em fontes e canais seguros, você é responsável pela sua saúde e das pessoas que você ama. Desconfie de tudo que é milagroso, de tudo que diz ser mortal, que não tem comprovação científica e que vem pelas redes sociais.
Nós, como veículo de comunicação de influência dentro da cidade, nos vemos na obrigação de difundir informações sobre Saúde de forma correta e ética, tanto que no mês de abril lançamos o Especial de Saúde, com conteúdo feito com profissionais de toda a cidade.
Não exite em denunciar casos que saiba que possam causar malefícios à saúde, mas que estão sendo praticados de forma livre. Ficar calado também é um crime. Não repasse informações que não sabe a procedência, correntes de alertas, que apresentem muitos adjetivos e mantenha sempre a mente clara, focada e aberta para realizar leituras dos assuntos que são encaminhados até você. Sempre há pistas que são as famosas Fake News.
Brincar com a saúde, pode ser um caminho sem volta, este também conhecido como a morte.
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