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Casas na Vila Tripa foram derrubadas pelo DER

Casas na Vila Tripa estão sendo demolidas e chamando atenção dos campo-larguenses. Área de invasão, já era uma questão antiga de apropriação indevida que foi levada ao Ministério Público do Paraná para resolver.

Por: Danielli Artigas de Oliveira

Casas na Vila Tripa estão sendo demolidas e chamando atenção dos campo-larguenses. Área de invasão, já era uma questão antiga de apropriação indevida que foi levada ao Ministério Público do Paraná para resolver. Muitos dos moradores que agora desocupam suas casas estão indo para unidades habitacionais construídas com apoio do Governo.

Essa região é de domínio do Departamento de Estradas e Rodagens do Paraná - DER-PR. Em contato com a assessoria da Prefeitura sobre como está sendo resolvida a situação, a Folha foi informada que conforme orienta a portaria 163 de 06 de maio de 2016 do Ministério das Cidades, houve a indicação pelo ente público de até 50% das unidades habitacionais às pessoas residentes em áreas de risco/vulnerabilidade, dentro dos critérios da referida portaria. “Com relação à questão de demolição de casas, informa-se que não é competência da PMCL, e sim do DER. A PMCL apenas indicou famílias que lá residiam para minimizar uma futura ação de reintegração de posse que o DER movimenta na justiça.”

Para a desapropriação no caso dos moradores do Razera, o município possui um TAC (Termo de Ajuste e Conduta) junto ao Ministério Público, para aquela área de preservação permanente. “Ressalta-se que foi orientada a relocação do máximo de famílias para o novo Empreendimento Habitacional Campo Largo I e II. As indicações e critérios seguiram a mesma portaria: 163 de 2016 do Ministério das Cidades.

Informa-se ainda que, com relação aos questionamentos de adaptação das famílias instaladas nos 416 apartamentos do Empreendimento Campo Largo I e II, foi contratada a empresa parceira no programa habitacional, Espaço de Vida, que é especializada em gerenciamento de condomínios, e uma equipe de Assistência Social trabalhará durante um ano, após as alocações, para prestar atendimento aos novos moradores. Atendimento familiar, coletivo - de Assistência Social. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente acompanha constantemente as situações pertinentes e fica à disposição para quaisquer esclarecimentos.”

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